(fotografia de mikhail baryshnikov, "untitled #16 from the series, dominican moves", 2006)
Quem não dorme segura nas folhas do orvalho
apenas dança e movimento, uso o corpo
no poema como a génese ,um estímulo de
relação com o espaço - “alma grande” a do actor
o poema é monitorizado como uma arte performativa
dar voz ás palavras” nas veias curtas e na paz da pele
sinto a tua carne, o roteiro do poema muda de plano
nem o retiro no Convento o altera “Camões é um poeta
rap – as palavras ao som do Hip Hop” uma aventura
epidérmica como subir o elevador até ao bairro
José Gil
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